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A REAPI esteve hoje (19) em mais um evento, ocorrido no Colégio Estadual Zacarias de Góis, o Liceu Piauiense.
Representada pelos ambientalistas Judson Barros e Hugo Prado, realizou na manhã de hoje a exposição "Piauí - Governo do Desmatamento". A tarde foi realizada uma palestra proferida por Judson Barros, coordenador da REAPI e presidente da FUNAGUAS.
O objetivo do evento foi conscientizar os alunos da referida instituição de ensino sobre a grande degradação que ocorre no meio ambiente do Estado. Além de servir como base de ensino de um grupo de estudantes que realizou a feira de ciências, "Ecologia - Equilíbrio Ambiental".
  
Hugo Prado - REAPI
Escrito por REAPI às 20:07
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PI: Ambientalista denuncia uso de dinheiro de isenção fiscal
O ambientalista e coordenador da Rede Ambiental do Piauí, Judson Barros, declarou ao Jornal Verdes Campos 1ª Edição nesta sexta-feira, (14) que empresas com isenção fiscal do governo do Piauí são acusadas de financiar campanhas eleitorais no estado. “Cerca de 300 milhões provenientes de empresas privadas foram usados para financiar recentes campanhas eleitorais no Piauí. Essas empresas possuem isenção fiscal, um incentivo que o governo concede a elas. Esse dinheiro que deveria ser repassado como forma de impostos, é utilizado para financiar eleições”, salienta.
Judson Barros acusa alguns políticos de usufruírem desse jogo de interesses. “A campanha de Nazareno Fonteles a prefeitura de Teresina foi financiada pela empresa Bungue Alimentos, instalada em Uruçui, região sul do estado. Até propaganda da fábrica foi feita durante os programas eleitorais na televisão”, revela. O ambientalista denuncia também que a campanha do deputado Fábio Novo (PT) a deputado estadual recebeu financiamentos da JB Carbon, uma empresa que explora carvoarias na região também no sul do estado.
Crimes ambientais
Judson Barros afirma ao tvcanal13.com que falar hoje de meio ambiente no Piauí é ferir os interesses econômicos de muitas pessoas.
Segundo ele, aproximadamente 60% da área territorial agricultável está sendo desmatado no estado. Ele conta inclusive, que três riachos que ficam localizados próximos à fábrica da Bungue, secaram, em virtude de poluição e envenenamento.
“A proposta da criação de empregos não foi cumprida. A principio fala-se em 10 mil empregos, no entanto, nem 500 empregos indiretos foram gerados, inclusive, a empresa possui apenas oito empregados da região, sendo que a maioria dos trabalhadores veio de outras cidades”, salienta o ambientalista.
Em Floriano, a situação é ainda pior, Judson ressalta que a fábrica Brasil Ecodiesel que tinha a previsão de 25 mil empregos, hoje a empresa está falida e fechada. “Desmataram milhares de hectares e não produziram nada”, denuncia.
A Suzano Papel e Celulose em fase de instalação no município de Nazária, pretende gerar cerca de 30 mil empregos indiretos e 3.500 diretos na fábrica. “Há muita propaganda e pouca verdade em tudo isso. A fábrica vai retirar a celulose da madeira e exportá-la para fora do país gerando assim empregos em outros lugares”, ironiza.
Carvoarias
Judson Barros também denuncia que no interior do Piauí um outro grave problema ambiental são as áreas desmatadas para produção de carvão, que somam mais de 6 mil carvoarias.
A JB Carbon é a maior empresa acusada explora carvoarias na região da Serra Vermelha no sul do estado. “Esse é um negócio lucrativo para os empresários, isto porque conta com um investimento baixo, além da mão de obra barata”, relata.
Uma outra denúncia é que muitas dessas empresas são acusadas de possuir licenças irregulares fornecidas pelo governo. O ambientalista afirma que existe fraude na liberação de licenciamentos para fábricas, o que configura crime ambiental uma vez que elas exploram de forma irresponsável as riquezas naturais.
Em Fortaleza, no Ceará, recentemente a polícia desencadeou uma operação que culminou com a prisão de vários funcionários do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) acusados de expedirem licenciamentos irregulares.
Judson Barros afirma que no Piauí a situação é semelhante. “Se a polícia federal fizer uma investigação na Secretaria Estadual do Meio Ambiente sobre essas licenças ambientais, vai descobrir muita irregularidades e com certeza funcionários também seriam presos, porque tem muita coisa errada sendo praticada”, conclui.
Fábio Brito/Edição Dani Sá 14/11/2008 18:19h
Fonte: Piauí - TV Canal 13
http://www.tvcanal13.com.br/noticias/piambientalista-denuncia-uso-de-dinheiro-de-isencao-fiscal-42088.asp
Escrito por REAPI às 22:31
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14/11/2008 08:59h
Empresário do Piauí chama Dalton Macambira de leviano
"Afirmar que a empresa que dirijo tem 'procedimento' semelhante ao da Bunge é uma leviandade".
do GP1
O empresário João Freitas Filho, presidente das Indústrias Dureino S.A. ao ler as declarações do secretário estadual de Meio Ambiente, Dalton Macambira, contra as práticas da sua empresa, nos enviou o seguinte e-mail:
"Venho por meio da presente, em resposta à nota postada na sua coluna em 12/11/2008, consignar meu veemente protesto às leviandades e às aleivosias externadas pelo Secretário de Meio Ambiente do Estado do Piauí, Sr. Dalton Macambira, no que diz respeito às Indústrias Dureino, empresa que presido.
O propósito deste Senhor, que, estranhamente, vem conseguindo manter-se no noticiário como protagonista de ações incompatíveis com a função que deveria desempenhar, qual seja, a de proteger o meio ambiente, aparentemente deve ser o de desviar a atenção da sociedade.
A discussão referente à implantação da multinacional Bunge Alimentos em Uruçuí, no sul do Piauí, vem se arrastando há mais de cinco anos, gerando polêmica em todo este período. E toda esta polêmica concentra-se em um único item relevante, tem sido objeto de discussão: a utilização de lenha (árvores nativas) para queima em suas caldeiras, diferentemente da totalidade de seus concorrentes no Brasil, inclusive a Dureino.
Afirmar que a empresa que dirijo tem "procedimento" semelhante ao da Bunge é, no mínimo, uma leviandade, quando não uma demonstração de completa ignorância daquilo que - ao menos em tese - deveria ser do domínio do Sr. Secretário. De fato, ao contrário da Bunge, utilizamos exclusivamente matriz energética renovável, como, p. ex., casca de castanha de caju, reciclamos 100% da água utilizada em nosso processo industrial, temos zero de efluentes, controle de gases e coleta seletiva de lixo.
Estamos em razão destas práticas requerendo o reconhecimento de créditos de carbono, que, em conformidade com a legislação ambiental mais recente, é outorgada como forma de premiar empresas que adotem práticas sustentáveis e que preservem o meio ambiente.
Agora, diante desta provocação, recordo-me que me posicionei publicamente contra a implantação desta indústria nos moldes em que pretendia, justamente pela insustentabilidade do projeto, na forma em que foi acatada pelos órgãos ambientais piauienses. É minha concorrente, sim. E por isso tenho razões para me levantar contra práticas a meu ver insustentáveis, consistentes na utilização de matriz energética que lhe permite reduzir artificialmente seus custos, praticando, assim, concorrência desleal.
Outras acusações que pesam sobre o empreendimento da Bunge não cabem ser questionadas por mim, mas ainda não consegui compreender o porquê do desprestígio demonstrado por algumas de nossas autoridades à indústria local, evidenciado pela canalização de todos os esforços de agentes públicos como o Sr. Dalton Macambira para defesa intransigente dos interesses de empreendimentos de fora que pretendem se instalar no Estado - como se advogado fosse - ainda que à custa da coerência e da imparcialidade que se esperaria de pessoas investidas em tão nobres funções.
Acredito que as crescentes denúncias conta a gestão do Sr. Macambira podem tê-lo levado a este ato leviano e irresponsável, de, para justificar suas ações para o público perante o qual ele de há muito já perdeu a credibilidade, querer transferir a terceiros uma responsabilidade exclusivamente sua.
No que toca o alegado financiamento dos movimentos ambientais do Piauí, é uma idéia tentadora, tanto que proporei aos meus sócios fixar um percentual sobre os lucros de todas nossas atividades a ser destinado a finalidade, afinal, somos daqui, e é aqui criamos nossos filhos e, portanto, pretendemos que as futuras gerações não sejam refugiadas pelas anunciadas mudanças do clima. Eis aí um assunto que deveria despertar a atenção do Sr. Macambira".
Indústrias Dureino S.A. João Freitas
Caro Colunista Judson Barrros,
A propósito, estou encaminhando cópia da gravação das referidas declarações do Sr. Macambira para meus advogados, para que eles analisem a pertinência e a adequação da adoção de eventuais medidas judiciais e extrajudiciais em face dele.
Indústrias Dureino S.A. João Freitas Filho Presidente
http://www.gp1.com.br/noticias/empresario-do-piaui-chama-dalton-macambira-de-leviano-50688.asp
Escrito por REAPI às 22:05
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Secretário do Meio Ambiente do Piauí denuncia empresa piauiense
Secretário Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Dalton Macambira denuncia empresa piauiense Dureino
Em uma mesa-redonda realizada ontem (12/11) no Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL-UFPI), o Secretário Dalton Macambira (PC do B) denunciou a empresa Dureino, comparando-a a multinacional BUNGE Alimentos, instalada em Uruçuí, no sul do Estado.
O debate na Universidade Federal do Piauí (UFPI) também teve a participação de Judson Barros, ambientalista e coordenador da Rede Ambiental do Piauí (REAPI).
Na tentativa de se esquivar das acusações sobre a BUNGE - trazida ao Piauí pelo Dep. Fed. Osmar Júnior (PC do B-PI) - o secretário denunciou (sem querer, pela emoção do debate) a Dureino, empresa piauiense de fabricação de óleos, como sendo igual a BUNGE, no que se refere a isenção fiscal e a destruição do meio ambiente.
Mais uma vez o secretário se mostrou incapaz em sua função no governo. Em março do ano passado, quando da realização de um evento sobre o Dia Mundial da Água, falou que o principal fator da degradação do meio ambiente era a pobreza!

Vejam nosso vídeo mostrando a fala do professor de História da UFPI e secretário do Meio Ambiente, Dalton Macambira.
O vídeo já está na internet (site YouTube) e repassado para várias instituições brasileiras que defendem o meio ambiente.
Vejam o vídeo no link abaixo ou no post acima: http://br.youtube.com/watch?v=dnhW-_4G6KE
Hugo Prado REAPI
Escrito por REAPI às 18:34
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MANIFESTO ITINERANTE CONTRA O DESMATAMENTO NO PIAUÍ
Um manifesto itinerante muito interessante está acontecendo em Teresina realizado pelos ativistas ambientais da Fundação Águas e Rede Ambiental do Piauí. Faixas e banners contendo sérias denúncias da prática de crime ambiental são expostas ao público, chamando a atenção e provocando revolta da população.
A frente do movimento está o ativista Judson Barros que está fazendo um excelente trabalho de educação ambiental no Piauí. O manifesto já esteve em frente ao Palácio de Karnak, sede da administração do Poder Executivo do Piauí, na avenida Frei Serafim, praças públicas, etc. E amanhã estará na Universidade Federal do Piauí, onde haverá um debate no Centro de Ciências Humanas e Letras – CCHL.
O manifesto itinerante recebe o nome de “Piauí – Governo do Desmatamento”. Isto é apenas o início da realização da Caminhada pela Natureza e em Defesa dos Direitos Humanos, que acontecerá no dia 7 de junho.
Ontem quando os ativistas estavam na avenida Frei Serafim no manifesto contra o desmatamento no Piauí, fiscais da Prefeitura Municipal ameaçaram e tentaram retirar os banners onde estão as fotos e denúncias... Houve protestos... Os fiscais não conseguiram, ficaram receosos, mas ameaçaram voltar novamente.
Diante da ameaça sofrida pelos ativistas, feita pelos fiscais da Prefeitura de Teresina, estarei ajuizando uma Ação Cautelar Inominada para garantir o manifesto itinerante nos logradouros públicos de qualquer cidade do Piauí. ISTO É PIAUÍ.
Antônio de Deus Neto, Advogado e Jornalista
http://istoepiaui.blogspot.com/2008/11/manifesto-itinerante-contra-o.html

Escrito por REAPI às 01:35
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A Polícia Militar agiu de modo violento para arrancar uma faixa que se encontrava em frente ao Palácio de Karnak com a seguinte frase: "No dia do Piauí o Meio Ambiente não comemora".
A faixa estava sendo utilizada por ambientalistas da REAPI (Rede Ambiental) desde a sexta-feira em diferente locais da cidade para chamar atenção da população para os crimes ambientais que acontecem no Piauí.
Neste domingo - 19/10 - a faixa foi colocada em frente ao Palácio de Karnak onde se realizaria uma cerimônia pelo aniversário do Piauí.
No final da tarde, a Polícia Militar foi chamada pelo chefe da segurança do Palácio para acabar com a manifestação.
Os policiais chegaram em tom de intimidação e deram ordens para retirar a faixa. Como os ambientalistas se negaram, a polícia arrancou a faixa e levou na viatura, configurando um crime de roubo.
A manifestação era pacífica. E por este motivo os ambientalistas reclamaram: "Esse é o governo democrático do PT, onde não se pode colocar uma faixa na rua", disse Hugo Prado, coordenador da REAPI.
Os ambientalistas voltaram e se posicionaram em frete do Karnak com cartazes com os mesmos dizeres.
A faixa retirada pelos policiais não foi devolvida aos ambientalistas. Os ambientalistas atribuem a ordem de arrancar a faixa ao “governador wd”.
Diz o art. 5º, IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Mas aqui é Piauí e o des-governo é de “wd” do PT.


http://www.gp1.com.br/colunas/governador-wd-manda-arrancar-faixa-de-ambientalistas-da-frente-do-karnak-3145.asp
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Karnak: Faixa de protesto de ambientalistas é retirada por policiais
Ambientalistas se revoltam com ação dos policiais, que consideraram "truculentos".
Durante a solenidade de entrega da Medalha do Mérito Renascença, que acontece no pátio externo do Palácio de Karnak, um tumulto foi presenciado por agraciados e convidados presentes. Ambientalistas amarraram uma grande faixa de um coqueiro a outro, em frente à sede do governo estadual, que foi arrancada pelos policiais que fazem a guarda do local.

A faixa com os dizeres: “No dia do Piauí o meio ambiente não tem nada a comemorar”, foi retirada pelos militares sob o protesto dos ambientalistas que revidaram, mas foram impedidos de continuar o ato.
Judson Barros classificou a ação dos policiais como uma atitude antidemocrática e disse que sua faixa foi roubada. “Todos nós temos o direito de protestar, cadê nosso direito de ir e vir? Essa é uma democracia de fachada”, gritava o ambientalista.
Ele disse que vai pedir na Justiça sua faixa de volta e vai processar os policiais que foram chamados de “truculentos” por ele.
Os quatro ambientalistas fizeram cartazes com a mesma faixa e continuam o protesto durante a solenidade.
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Escrito por REAPI às 02:11
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